Anarquismo verde

Anarquismo verde
Foto de Walfrido Neto- Anarquia Verde

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terça-feira, 17 de maio de 2011

I LIKE TO DANCE SAMBA



Samba is easy to dance,
yes, samba is very good,
samba, I always understood;

samba makes me sleep,
samba makes me wake up,
but never makes me shut up;

samba shines in my eyes,
samba enchants my face,
samba open my space;

I talk all the times,
you can really call “bamba”,
everyone to dances samba.

Author’s note.
“Samba lives in my soul.”

Roberto Armorizzi

sábado, 14 de maio de 2011

FILME EM PRETO E BRANCO





O dia é branco,
negra é a noite;

apesar das cores
da natureza, que temos;
e das luzes
que pouco-a-pouco perdemos,

como num filme
em preto e branco,
vivemos ...

Nota do autor.
“Somos os atores.”

Roberto Armorizzi

domingo, 24 de abril de 2011

LEVEZA



Antes eu era eclético,
depois passou o tempo,
e’eu quis ser só estético,
muito peso, nem pensar,
tenho que ser dietético.

Eu não sou cético,
nem hipotético,
não sou filósofo
peripatético,
só quero falar
em tom profético,

amanhã serei
um ser poético,
de padrão esquelético ...

Nota do autor.
“Por enquanto, o negócio é ser estético.”

Roberto Armorizzi

VOVÓ E VOVÔ



Vovô Ivo’ouviu,
vir Ivana’em viva voz:
- Vem, vovó Eva!

Nota do autor.
“Aliterações acerca de vovó, vovô e Ivana.”

Roberto Armorizzi

domingo, 17 de abril de 2011

MARCAS PÉS NA CALÇADA


Há marcas de pés.

Por que pessoas pisam

calçadas frescas?


Nota do autor.

“Tais marcas de pés serão fósseis de homo sapiens sapiens no futuro?”


Roberto Armorizzi

quarta-feira, 13 de abril de 2011

CONJUGAR (poema pós-moderno)


Bendito sou,

maldito és,

bonito é,

somos nós,

sois vós,

são eles ...


Nota do autor.

“Sim ou não? Não! É sim e não.”


Roberto Armorizzi

sábado, 9 de abril de 2011

AFLIÇÃO DO SABER

Alguém disse, hoje, no metrô:
- ela sabe quem eu sou!

Com espanto, assim pensei:

... ela não sabe quem não sou,

ela sabe e não sabe,

nem eu ...

Isto porque não sei o que é saber,

na medida em que penso que sei!

Ajuda-me, ó Sócrates!


Nota do autor.

“Melhor nada comentar.”


Roberto Armorizzi