Anarquismo verde

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Foto de Walfrido Neto- Anarquia Verde

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segunda-feira, 13 de junho de 2011

VAGA MARÉ



Mar,
sob o grato céu
visível, crível e sem par;

mar,
linha
ondeva , que busca
a forma de um mundo,
em seu amplo findar;

oceano,
vasto e úmido espaço,
que pensa, pelo mundo, avançar;

mar,
maríssimo amor
de luz, de céu, ... de mar.

Nota do autor.
"É este o mar que sempre espero."

Roberto Armorizzi

domingo, 27 de junho de 2010

MENOS... MAIS LUZ!!!


Por onde passei,
eu vi, encontrei...

O sopro da ida,
o rumo do tempo,
o muito do espaço,
de ti, sobre mim...

O jeito da vida,
o sentir do corpo,
o mito da volta,
de lá d’onde vim,
do fim... enfim,
princípio de mim,

por vital calor,
do astro que for,
do sol, “quanta”, luz,
que’invade esse amor...

Quer luz!
Mais luz!

Vem, luz!

Só luz!!!

Luz!!!

Uz!!!

Z!!!

...!!!

..!!!

.!!!

!!!

!!

!

Pufft!!!

RESSURGE A LLLUUZZZZ!!!

Nota do autor: “Alternância universal entre o sim e o não.”

Roberto Armorizzi

segunda-feira, 17 de maio de 2010

ROMPER COM A MOLDURA

O que será da arte
quando as paredes
não mais “moldarem” e “delimitarem”
o vazio espaço-obra de arte?

A próxima etapa será “romper com a moldura”,
tirar as paredes, telhados e chão,
para excluir totalmente o objeto;
é o “puro espaço-obra de arte” que urge,
o “só-conceito”, surge!


Nota do autor:

UMA REFLEXÃO!!!

“Será que a arte finalmente será absorvida pela filosofia, quando se libertar totalmente do objeto?”

(Dedicado à arte puramente conceitual contemporânea).

Roberto Armorizzi

domingo, 21 de março de 2010

MUNDO DEMENTE


Da janela fechada,
“vejo” o som da noite,
da cidade “reluzente”;
são ruídos do aço tangente,
tal qual ranger de dentes,
assaz estridente,
delírio pungente,
a ruir meus tímpanos, ouvidos,
e a procurar espaço,
no bagaço,
ferindo gente,
que passa em frente,
assim tão crente;

a dor de um mundo ferido,
que hoje jaz morrido,
sofrido, sem alarido... perdido
pela força da voz decadente, pendente,
em um mundo de gente,
que passa imprudente, ausente,
é o fim para quem, ao menos, sente,
e chora, e dorme...
sob um mundo
mais que carente,
descrente, “livre”, impotente;

e continua para quem se vale...
de tudo que se apresente,
seja decente
ou incoerente...
literalmente,
não há quem aguente!


Nota do autor:
‘A vida passa e o fruto não fica; “ó vida rica!”’
Roberto Armorizzi